Resumo
As atividades antrópicas, como o desmatamento e as mudanças climáticas, têm intensificado as ameaças a ecossistemas estratégicos, como o Cerrado e o Pantanal, tornando as áreas de preservação fundamentais para a proteção desses biomas. Além dos parques e unidades de conservação, zoológicos e aquários assumem papel educativo relevante ao articular conservação de espécies, experiências de aprendizagem e aproximação entre sociedade e natureza, contribuindo para a formação da percepção ambiental e do bem-estar social. Nesse contexto, o Bioparque Pantanal, localizado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, configura-se como espaço educativo não formal que integra ciência, educação ambiental e turismo acessível, atendendo públicos locais, nacionais e internacionais. Inserido no cenário de integração promovido pela Rota Bioceânica, o Bioparque Pantanal amplia seu potencial como ambiente de educação ambiental ao favorecer a circulação de conhecimentos sobre a biodiversidade regional. As visitas guiadas estruturam diferentes estratégias pedagógicas, como a “Contação de Histórias”, voltada a crianças e adolescentes, estimulando a imaginação e a conscientização ambiental. Paralelamente, o espaço abriga estudos relacionados à qualidade da água, conservação de espécies, comportamento animal e reprodução de espécies ameaçadas, reforçando a educação ambiental como base para práticas eficazes de conservação.
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